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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O amor que dá sentido a todas as coisas

1 Coríntios 13

O contexto: Corinto era uma igreja que se orgulhava de possuir todos os dons, mas que era dividida, carnal, pecadora. Paulo escreve até o capítulo 12 sobre o mau uso dos dons, a imaturidade e o partidarismo dos coríntios.

A introdução do capítulo 13 fala de “um caminho sobremodo excelente”.

Vs. 1-2: os sinais sem amor não apontam para Cristo. Apontam para o orgulho e a soberba humanos, para a satisfação do ego.

V. 3: mesmos os atos de benevolência ou de sacrifício não têm sentido sem amor. Elas apontam para o aplauso humano, para o fanatismo, para a auto-valorização.

O que é, então, o amor?

Vs: 4-7: Ele fala aqui do amor ágape: sacrifical, entrega e ação concreta e não mero sentimentalismo.

Vs. 8-10: Em contraste com todas as coisas, esse amor não acaba. Mesmo os dons deixarão de existir. Os dons não devem servir para alimentar disputas, egos e divisões na igreja.

Vs. 11: O amor amadurece. Não nos permite a infantilidade, a imaturidade. Ele nos faz crescer, deixar de sermos carnais.

Vs. 12-13: O amor é maior que tudo. Deus é o próprio amor em toda a Sua plenitude. Quem ama se parece mais com o Senhor.

Conclusão: 1 João 4: 7-21: Deus é amor. Quem não ama, não O conhece. Esse amor é revelado quando o dispesamos ao nosso próximo.

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